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    PAC:
    Energia eólica precisa de estímulo, diz Inácio
    13/03/2007
     
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    Foi realizada na manhã desta terça-feira dia 13/03, audiência pública conjunta das Comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Serviços de Infra-Estrutura (CI) para debater o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), com a presença da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, e dos ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo.

    Em sua intervenção durante a audiência, o Senador Inácio Arruda ressaltou que o PAC tem um grande significado para o Brasil. “Quer dizer que o Estado deixou de ser estigmatizado e agora foi convocado para ser o indutor do desenvolvimento”, disse. Inácio também colocou a questão da distribuição regional dos projetos do PAC, afirmando que existe ainda uma concentração muito forte em certas localidades, em detrimento da Região Nordeste.

    O Senador colocou aos ministros os problemas que a geração de energia eólica (produzida pelo vento) enfrenta, apesar de o Brasil contar com um grande potencial – cerca de 800 mil megawatts. “No estado do Ceará e em outros estados do Nordeste, temos uma fonte de energia alternativa e limpa, que é a energia eólica. Seria importante que pudéssemos implementar medidas para acelerar esse potencial, removendo alguns entraves, entre eles o Imposto sobre Importação, pois os equipamentos de geração dessa energia ainda são importados”, afirmou o Senador. Ele também destacou a questão do transporte ferroviário como importante indutor do desenvolvimento: “Demos um salto razoável com a Transnordestina, mas ainda há muito por fazer. Basta pegar o exemplo de países como a China, os Estados Unidos e os países da Europa, que contam com uma extensa malha ferroviária”, argumentou. 

    Assessoria de Imprensa do Gabinete

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